quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Apresentação blog EJA CEF 427 noturno
Queridos alunos é um prazer poder recebê-los aqui neste ambiente.
Pretendo colocar tudo o que foi dado em minhas aulas aqui no blog para que os alunos que por ventura perderem alguma aula minha ou quiserem revisar o conteúdo de Educação Física tenham a oportunidade de fazê-lo.
Um grande abraço a todos, Professora Cristiane.
Primeiro texto dado em minhas aulas:
Aquecimento
Pretendo colocar tudo o que foi dado em minhas aulas aqui no blog para que os alunos que por ventura perderem alguma aula minha ou quiserem revisar o conteúdo de Educação Física tenham a oportunidade de fazê-lo.
Um grande abraço a todos, Professora Cristiane.
Primeiro texto dado em minhas aulas:
Aquecimento
A importância do aquecimento
Texto:Beto
Carnevale- Professor de Educação Física, USP
Colaboração:
Rosane Vargas
O
aquecimento é tão essencial e benéfico para quem faz exercícios, que é
indispensável encorporá-lo em nossas atividades físicas. Ele evita e previne
lesões graves, atuando também contra as dores no corpo.
O
assunto é tão importante, que recorremos
a um profissional da área para nos informar sobre o assunto:
O
principal objetivo do aquecimento é preparar o organismo para o esporte, seja em treinamento, na competição ou no
lazer. Ele visa obter o estado ideal psíquico e físico, a preparação para os
movimentos e principalmente
prevenir as lesões.
Existem
dois tipos de aquecimento: o geral e o específico. O aquecimento geral deve
possibilitar um funcionamento ativo do organismo como um todo. Para isso
devemos fazer exercícios que utilizam de grandes grupos musculares. Correr é um
bom exemplo.
Já
o aquecimento específico utiliza exercícios específicos para uma determinada
modalidade. Aqui, os exercícios devem utilizar a musculatura exigida no esporte que será feito
em seguida. Nota-se que o aquecimento
específico deve ser feito após o aquecimento geral.
O
aquecimento geral
Os
principais objetivos fisiológicos do aquecimento geral são: obter um aumento da
temperatura corporal, da temperatura da musculatura e preparação do sistema cardiovascular e pulmonar para a
atividade e o desempenho.
Devemos
elevar a temperatura corporal, pois ao
atingir a temperatura ideal, as reações
fisiológicas importantes para o desempenho motor ocorrem nas proporções adequadas para aquela determinada
atividade.
A
velocidade do metabolismo aumenta em função da temperatura, aumentando 13% para
cada grau de temperatura. O aumento da irrigação dos tecidos garante um melhor
suprimento de oxigênio e substratos ao tecido. Quando o metabolismo está alto,
torna as reações químicas mais rápidas e mais eficientes.
No
lado preventivo, o aumento da temperatura resulta em uma redução da resistência elástica e da resistência do
atrito. A musculatura, os ligamentos e os
tendões tornam-se mais elásticos tornando-se menos suscetíveis a lesões ou rupturas.
Há
também modificações importantes nas
articulações, devido a uma série de mecanismos. As articulações aumentam
a produção de líquido sinovial -o
líquido que fica dentro das articulações-,
tornando-se mais resistentes à pressão e a força.
Aquecimento
específico
O
aquecimento específico deve ser realizado após o aquecimento geral. Este tipo
de aquecimento é fundamental nas modalidades esportivas coordenativas. Consiste em exercícios que se
assemelham tecnicamente aos que serão executados na atividade posterior.
Deve
conter exercícios de alongamento e relaxamento que funcionam como profilaxia de
lesões, além de garantir um bom alongamento da musculatura que será trabalhada.
Com
exercícios direcionados aos principais grupos musculares da atividade, há um
redirecionamento sanguíneo para estas regiões, tornando-as mais irrigadas e supridas de oxigênio. Isto
porque o aumento da temperatura corporal
não é proporcional ao aumento da temperatura muscular. Existe uma diferença na
velocidade de aumento destas temperaturas.
Fatores
que influenciam no aquecimento
· Idade
Variação do tempo e da intensidade de acordo
com a idade. Quanto mais velha é a
pessoa, mais cuidadoso e gradual o aquecimento deve ser, ou seja,
mais longo.
· Estado de treinamento
Quanto
mais treinada é a pessoa, mais intenso deve ser seu aquecimento. Deve ser ajustado para cada pessoa e para cada
modalidade. É indicado nunca fazer atividades ou exercícios os quais não se
está acostumado.
· Disposição Psíquica
A
falta de motivação reduz os efeitos do aquecimento.
· Período do dia
Pela manhã o aquecimento deve ser mais gradual e
mais longo e durante à tarde o aquecimento pode ser mais curto. Já a noite deve
ter características similares ao da
manhã.
· Modalidade esportiva
Deve ser realizado de acordo com a modalidade
praticada. Neste ponto ainda devemos prestar atenção nas características
individuais do esporte.
· Temperatura ambiente
Em tempos quentes o aquecimento deve ser
reduzido, em dias frios ou chuvosos o
tempo do aquecimento deve ser alongado.
· Momento do Aquecimento
O intervalo ideal entre o final do
aquecimento e o inicio da atividade é de
5 a 10 minutos.
O
efeito do aquecimento perdura de 20 a 30 minutos. Após 45 minutos
temperatura corporal já retomou sua temperatura de repouso.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Última parte do texto sobre drogas.
Seu efeito
depressor é explorado pela Medicina há várias décadas, principalmente no alívio
da dor de pacientes com câncer em estado terminal.
Outra
preocupação constante dos médicos é o uso abusivo dos antidepressivos, soníferos e ansiolíticos (barbitúricos). Para
pessoas que têm doenças psiquiátricas, como as depressões e os distúrbios de
ansiedade, estas drogas são extremamente importantes, pois o tratamento
adequado atenua o mal-estar e permite que o indivíduo leve uma vida normal. No entanto, só um médico é capaz de
identificar quem deve usar e em que dosagem. Como o próprio nome indica, os
antidepressivos aliviam a ansiedade e a tensão mental, mas causam danos à
memória, diminuição dos reflexos e da função cardiorrespiratória, sonolência e
alterações na capacidade de juízo e raciocínio. A conduta do usuário é muito
parecida com a do dependente alcoólico. Em pouco tempo, estas drogas causam
dependência, confusão, irritabilidade e sérias perturbações mentais.
Drogas pertubadoras
As drogas perturbadoras(alucinógenas) mais comuns são a maconha, o haxixe, o LSD, os cogumelos e o
ecstasy.
A maconha e o haxixe são usadas em forma
de cigarro (também pode ser cheirada ou ingerida). Seu efeito dura entre uma e
seis horas. Inicialmente, o usuário tem a sensação de maior consciência e desinibição.
Ele começa a falar demais, rir sem motivo e ter acessos de euforia. Porém, ele
pode perder a noção de espaço (os ambientes parecem maiores ou menores) e a
memória recente, além de apresentar um aumento considerável do apetite
(“larica”). A maconha costuma afetar consideravelmente os olhos, que ficam
vermelhos e injetados. Com o tempo, pode causar conjuntivite, bronquite e
dependência. Em excesso, pode produzir efeitos paranóicos e pode ativar
episódios esquizofrênicos em pacientes psicóticos.
O LSD é encontrado em tabletes, cápsulas
ou líquido e é ingerido. Sua ação dura entre 10 e 12 horas. Inicialmente, a
droga intensifica as percepções sensoriais, principalmente a visão, e produz
alucinações. Com o tempo, pode causar danos cromossômicos sérios, além de
intensificar as tendências psicótica, à ansiedade, ao pânico e ao suicídio,
pois gera um medo enlouquecedor. O usuário costuma dizer que ouve, toca ou
enxerga cores e sons estranhos; fala coisas desconexas e tem um considerável
aumento da pupila.
Já o cogumelo, geralmente, é ingerido em
forma de chá. Seu efeito dura cerca de seis a oito horas, propiciando
relaxamento muscular, náuseas e dores de cabeça, seguidos de alucinações
visuais e auditivas. A médio prazo, não se conhecem seus efeitos sobre o
organismo. Seus sintomas são muito parecidos com os do LSD.
Mais
recentemente, surgiu no mercado das drogas o Ecstasy, um comprimido que vem sendo comercializado cada vez mais
em todo o mundo. Seus efeitos também são alucinógenos, como no caso do LSD e a
dependência é inevitável.
domingo, 17 de novembro de 2013
Classificação das drogas
Tipos de Drogas
Drogas estimulantes
As drogas
estimulantes mais conhecidas são as anfetaminas, a cocaína e seus derivados. As
anfetaminas podem ser ingeridas,
injetadas ou inaladas. Sua ação dura cerca de quatro horas e os principais
efeitos são a sensação de grande força e iniciativa, excitação, euforia e
insônia. Em pouco tempo, o organismo passa a ser tolerante à substância,
exigindo doses cada vez maiores. A médio prazo, a droga pode produzir tremores,
inquietude, desidratação da mucosa (boca e nariz principalmente), taquicardia,
efeitos psicóticos e dependência psicológica.
A cocaína também pode ser inalada,
ingerida ou injetada. A duração dos efeitos varia, as a chamada euforia breve
persiste por 15 a 30 minutos, em média. Nos primeiros minutos, o usuário tem
alucinações agradáveis, euforia, sensação de força muscular e mental. Os
batimentos cardíacos ficam acelerados, a respiração torna-se irregular e surge
um quadro de grande excitação. Depois, ele pode ser náuseas e insônia. Segundo
os especialistas, em pessoas que têm problemas psiquiátricos, o uso de cocaína
pode desencadear surtos paranóides, crises psicóticas e condutas perigosas a
ele próprio ou a terceiros. Fisicamente, a inalação deixa lesões graves no
nariz e a injeção deixa marcas de picada e o risco de contaminação por outras
doenças (DST/aids). Em todas as suas formas, causa séria dependência, sendo o
crack o principal vilão.
Drogas depressoras
No conjunto
das drogas depressoras, as mais conhecidas são o álcool, os soníferos, a
heroína, a morfina, a cola de sapateiro, os remédios ansiolíticos e
antidepressivos (barbitúricos) e seus derivados. Seu principal efeito é
retardar o funcionamento do organismo, tornando todas as funções metabólicas
mais lentas.
A heroína é uma substância inalável.
Excepcionalmente, pode ser injetada, o que leva a um quadro de euforia. Quando
inalada, porém, resulta em forte sonolência, náuseas, retenção urinária e
prisão de ventre – efeitos que duram cerca de quatro horas. A médio prazo, leva
à perda do apetite e do desejo sexual e torna a respiração e os batimentos
cardíacos mais lentos. Instalada a dependência, o organismo apresenta forte
tolerância, obrigando o usuário a aumentar as doses. A superdosagem pode
resultar em coma e morte por insuficiência respiratória.
Os derivados
da morfina apresentam efeitos muito
parecidos com os da heroína, porém, com características euforizantes menores.
Seu efeito depressor é explorado pela Medicina há várias décadas,
principalmente no alívio da dor de pacientes com câncer em estado terminal.
Outra
preocupação constante dos médicos é o uso abusivo dos antidepressivos, soníferos e ansiolíticos (barbitúricos). Para
pessoas que têm doenças psiquiátricas, como as depressões e os distúrbios de
ansiedade, estas drogas são extremamente importantes, pois o tratamento
adequado atenua o mal-estar e permite que o indivíduo leve uma vida normal. No entanto, só um médico é capaz de
identificar quem deve usar e em que dosagem. Como o próprio nome indica, os
antidepressivos aliviam a ansiedade e a tensão mental, mas causam danos à
memória, diminuição dos reflexos e da função cardiorrespiratória, sonolência e
alterações na capacidade de juízo e raciocínio. A conduta do usuário é muito
parecida com a do dependente alcoólico. Em pouco tempo, estas drogas causam
dependência, confusão, irritabilidade e sérias perturbações mentais.
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